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Prosa Boa 133 - 100 anos Pirapora parabéns.. PDF Imprimir E-mail
Qui, 17 de Maio de 2012 16:12

prosamansurokBoa tarde amigos da Prosa Boa!!

Hoje vamos iniciar nossa homenagem aos 100 anos de Pirapora.

Pirapora que amo, que escolhi para minha vida!! Para meus dias vindouros até a data de Deus!!

Os que conhecem meus trabalhos em todos estes anos, conhecem meu amor pelo rio e pela cidade, gostaria de estar participando mais ativamente destas atividades, mas como estou "do lado de cá".... E pensar que eu "mea culpa, mea culpa" fui um dos escultores desta figura de midia que todos sabem quem é...prosaboaok2

Mas isso já é passado!! Ninguem consegue enganar a todos pela vida inteira..."quem esparrama espinhos pela estrada, com certeza na voltará estará descalço...."

Hoje, com prazer apresentoe este belo trabalho feito por Katiusca Mendonça e Alinne Silva, em homenagem aos vindouros 100 anos de Pirapora, ilustrado com fotos de Aparício Mansur e arquivo fotograficos.

(Me senti honrado em ter minhas fotografias ilustrando tão bela homenagem. Parabéns as meninas e obrigado pelo reconhecimento)

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Prosa Boa 131 - Unimontes Campus Pirapora PDF Imprimir E-mail
Sáb, 05 de Maio de 2012 09:13

prosamansurokBom dia amigos da Prosa Boa!!

A Prosa Boa de hoje, é com o Professor Ivo das Chagas, sobre o início e fundação do Campus Pirapora da Unimontes.

Nas entrevista dada ao site piraporaverde.com, o professor nos fala das dificuldades encontradas, do grupo de cidadãos que participaram efetivamente do projeto.

Importante que as novas gerações venha a conhecer mais este pedaço da historia de Pirapora...prosaboaok2

Ao professor, o agradecimento de todos e meu pela oportunidade que tem sido dada a tantos jovens....

Que venham novas cabeças que tenham a educação como principal foco! A educação é a base de tudo....inclusive da honestidade.....

 

 

Professor Ivo das Chagas - Unimontes Campus Pirapora

Como tudo começou....

 

Professor Ivo das Chagas, gentilmente nesta entrevista ao piraporaverde.com ,  conta como surgiu  a Unimontes - Campus Pirapora.

Fala das pessoas envolvidas, das dificuldades encontradas na época, dos primeiros locais de funcionamento do Campus, e outros fatos.

Vocês perceberão um corte no vídeo logo quando o professor Ivo conta sobre a mudança do Campus para o Colégio São João Batista, por motivos técnicos de gravações feitas ao ar livre (barulho de caminhão).

"...Após contar sobre o acordo feito com o bispo em Diamantina sobre a reforma , ele continua contando sobre como conseguiu o dinheiro para as obras. Saiu pedindo aos comerciantes material para execução dos serviços. A prefeitura , através do prefeito na ocasião Sr. Leonidas, forneceu a mão de obra.

Instalou-se ali então no Colégio São João Batista, o Campus da Universidade. Com as primeiras chuvas, surgiram as goteiras, e o professor Ivo já sem jeito de sair pedindo aos comerciantes,  pagou essa reforma do próprio bolso.

Conforme informações do Prof. Ivo, após os três anos, e com a pressão da Diretoria do São Joao Batista na época, o campus então muda-se para o local onde esta até hoje,  área que pertencia a Codefasv. A partir deste ponto o vídeo continua já dentro do Campus atual...."

Agradeço a gentileza do professor Ivo das Chagas pela entrevista que imagino ser de grande importancia para que todos os piraporenses que não conheciam, e passam agora a saber e conhecer um pouco das lutas e dificuldades para que o Campus Pirapora da Unimontes fosse intalado aqui.

A oportunidade que foi dada a tantos alunos, e que continua nos dias atuais proporcionando a muitos dias melhores em suas vidas.

Que venham novas cabeças para gestão do municipio, pessoas que de fato tenham conhecimento da importancia da cultura para um povo, e que ajude de fato ao Campus a trazer novos cursos para nossos jovens piraporenses.

Afinal os tempos mais difíceis ficaram para trás.....obrigado novamente Professor Ivo das Chagas.

Aparício Mansur

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Prosa Boa 129 - VETA DILMA PDF Imprimir E-mail
Sex, 27 de Abril de 2012 11:29

prosamansurokBom dia amigos do Prosa Boa!!

Hoje o assunto é sério, vamos juntos assinar a petição pedindo a Presidente Dilma para vetar o Projeto do Codigo Florestal aprovado pelos deputados na camara.

Anexo o link para que você junto com todos os que se preocupam com o Meio Ambiente como eu, possamos assinar a petição e enviar a presidente.

Então vamos la.

 

Acesse este link e assine>

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Participe/Ciberativista/Codigo-Florestal-veta-Dilma1/

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Prosa Boa 127 - Ponte Marechal Hermes PDF Imprimir E-mail
Qua, 11 de Abril de 2012 14:35

prosamansurokBoa tarde amigos e amigas da Prosa Boa...

Mais uma vez, a ponte Marechal Hermes volta a ser assunto em conferencias e etc....

Ela ja foi palanque politico por duas vezes para atual administração de Pirapora e até hoje nada foi feito. Chegou-se a divulgar na mídia que a Vale do Rio Doce iria patrocinar a restauração da mesma.

Ficou no discurso, na mídia, tirou-se muito proveito do anunciado, mas de real mesmo nada.prosaboaok2

Nem mesmo o piso por onde passam os ciclistas e pedestres foi arrumado, o que foi feito veio por parte da administração de Buritizeiro, e olhe lá!

Abaixo, reproduzo a avaliação feita por um grupo de especialistas em 2005, onde mostram a situação da ponte naquela data.

Os termos são técnicos, mas vale a pena dar uma conferida....

ponte15

 

Avaliação da integridade estrutural da Ponte Marechal Hermes
Rio São Francisco - MG

RESUMO
Sabe-se que a degradação que ocorre em estruturas de pontes metálicas é um problema mundial. Isto ocorre por diversas razões, como envelhecimento da ponte, aumento da carga de tráfego, ataque ambiental e, algumas vezes, devido a projetos, detalhamento e construção da estrutura inadequados. Para resolver esses problemas, procedimentos diferentes de inspeção de pontes têm sido aplicados em diferentes países. No Brasil, no entanto, parece não haver preocupação em preservar a integridade das estruturas, não sendo comum a realização de inspeções e/ou manutenções, o que pode afetar a segurança estrutural, levando à necessidade de reparos mais severos e mais caros. Esse trabalho procurou diagnosticar e propor soluções visando à minimização da corrosão desenvolvida na Ponte Marechal Hermes (rio São Francisco). Para isso, foram feitas visitas in locu e, através de inspeção visual, filmagem e registros fotográficos, coletaram-se os dados necessários para análises. Também foram coletadas amostras e, então, realizadas caracterizações química, mecânica e metalográfica do aço empregado na ponte. Fez-se modelagem através de elementos finitos, visando a analisar o comportamento estrutural da ponte com e sem danos por corrosão, o que possibilitou a verificação dos elementos estruturais mais solicitados e a influência da corrosão nessas regiões. Foram realizados ensaios com névoa salina em diferentes sistemas de pintura, visando a identificar o melhor procedimento de revestimento para proteção da ponte. Verificou-se que o emprego do sistema de pintura constituído de etil silicato de zinco, com primer epóxi-amida, rico em zinco e esmalte poliuretano alifático, foi o que apresentou melhor desempenho.

1. Introdução
Sabe-se que os materiais metálicos são os mais susceptíveis à corrosão [Gentil, 2003]. Sendo a corrosão um processo absolutamente espontâneo, que transforma os materiais metálicos, de modo que a durabilidade e desempenho dos mesmos deixam de satisfazer os fins a que se destinam, a degradação de pontes metálicas pode ser considerada um problema mundial.
A Ponte Marechal Hermes (PMH), situada sobre o rio São Francisco, entre as cidades de Pirapora e Buritizeiro/MG, encontra-se num estado avançado de degradação, devido à corrosão, o que leva à necessidade de um trabalho de recuperação.
Para minimizar esse tipo de problema, há a necessidade de procedimentos de inspeção que permitam avaliar a condição da estrutura da ponte [Woodward et alii, 2001]. Além disso, é importante que se avalie a capacidade de carga da ponte, já que, à medida que as pontes envelhecem, a deterioração causada pelo tráfego intenso e um meio ambiente agressivo tornam-se crescentemente significantes, resultando numa alta freqüência de reparos e em uma redução na sua capacidade de carga. A ocorrência e a extensão dos danos encontrados em inspeções sucessivas são usadas para determinar a deterioração estimada de componentes estruturais. Por sua vez, essa análise serve como critério para tomada de decisão, no que se refere às medidas de manutenção e reabilitação.
Nesse trabalho, são apresentados alguns resultados dos estudos feitos sobre a PMH. Foram feitas inspeções, análises do material da ponte, avaliação da capacidade de carga da estrutura sã e danificada, além da avaliação de sistemas de pintura para proteção da ponte contra o fenômeno de corrosão.

 

2. Materiais
Foi feita uma investigação constituída de  >> CONTINUA

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Prosa Boa 126 - Caramujo Africano - Pirapora PDF Imprimir E-mail
Ter, 03 de Abril de 2012 14:20

prosamansurokBoa tarde amigos e amigas da Prosa Boa!

Hoje nossa Prosa Boa vai falar dos Caramujos Africanos que infestam o Bairro Industrial a muito tempo.

Esse assunto e esta investação já vem de longa data e até hoje nenhuma providencia foi tomada pelo órgão responsável da prefeitura, a epidemiologia.

Mais uma vez, o assunto vem a público, e hoje através de um programa de rádio os moradores do Bairro Industrial reclamavam providências.

As fotos que apresento, foram feitas no ultimo domingo quando fui cuidar da construção la no bairro, os que apanhei deu pra encher um balde, os da foto estavam ao pé do muro.

E tem mais, este assunto também ja foi materia da emissora local que fez filmagem tempos atrás la no bairro e também não deu em nada.prosaboaok2

É importante saber que estes caramujos são hermafroditas (possuem os dois sexos), e durante a noite trocam de lugar com uma facilidade muito grande.

Na matéria abaixo, estão as características básicas e um pouco da historia dele.

Atentem bem, ele transmite uma serie de doenças, entre elas, dengue, febre amarela e menigite..., leiam com atenção... 

 

Características biológicas da espécie

caramujo2

Os adultos da espécie atingem até 18 cm de comprimento de concha e pesam até 500 g. No sudoeste do Brasill, eles chegam no máximo a 10 cm de concha e 100 g de peso total. Os jovens possuem as mesmas características de concha dos adultos.

É uma espécie extremamente prolifica, alcançando a maturidade sexual aos 4 ou 5 meses. A fecundação é mutua pois os indivíduos são hermafroditas e podem realizar até cinco posturas por ano, podendo atingir de 50 a 400 ovos por postura. É ativa no inverno, resistente ao frio hibernal e à seca. Normalmente passa o dia escondido e sai para se alimentar e reproduzir à noite, ou durante e logo após as chuvas. A tonalidade do corpo é cinza-escuro e as conchas possuem faixas de coloração variável, de castanho até levemente arroxeado. Os ovos são um pouco maiores que uma semente de mamão, e possuem coloração branco-leitosa ou amarelada.

 

Introdução ao Brasil

Presente em diversas partes do planeta, o caracol Achatina fulica foi introduzido ilegalmente no Brasil inicialmente no estado do Paraná na década de 1980 como alternativa econômica ao escargô por um servidor da Secretaria de Agricultura.

A segunda introdução teria ocorrido no Porto de Santos por um servidor público em meados da década de 90, que montou um heliciário na Praia Grande, no qual promovia cursos de final de semana. O fracasso das tentativas de comercialização levou os criadores, por desinformação, a soltar os caracóis nas matas. Como se reproduz rapidamente e não possui predadores naturais no Brasil, tornou-se uma praga agrícola e pode ser encontrado em praticamente todo o país, inclusive nas regiões litorâneas.[2]

 

Achatina e a Saúde Pública

caramujo1

(Foto: Rua Sete Lagoas/Emidio Magalhães Freire)

Esse caracol pode transmitir ao ser humano o verme Angiostrongylus cantonensis causador de meningite, por ser o hospedeiro natural dele

Esse tipo de meningite ocorre principalmente na Ásia, porém, há notificação de casos em Cuba, Porto Rico e Estados Unidos. Apesar disso, são baixas as chances de essa doença se instalar no país.

O Achatina também transmite o parasita Angiostrongylus costaricensis[1], angiostrongilose abdominal, que ocorre desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Raramente a doença evolui para forma letal, permanecendo na maior parte das vezes assintomática ou comportando-se como uma parasitose comum. No Brasil essa doença é transmitida por caracóis e lesmas nativos, e não pelo gigante africano; na região sul do país encontra-se a maioria dos casos. Apesar de não haver registro de exemplares de A.fulica adultos naturalmente infectados no Brasil, as larvas podem se infectar através da ingestão de hortaliças contaminadas com o muco deixado pelo molusco adulto silvestre ao se movimentar. Por isso, recomenda-se lavar as verduras em água corrente e depois deixar as mesmas em molho, bastando colocar apenas uma colher de sobremesa de água sanitária em um litro de água e deixar os alimentos em molho por durante 15 minutos

O Caracol Africano também é responsavel indireto pela potencial transmissão da Febre amarela e, potencialmente, da Dengue. Foi constatado inicialmente na Tanzânia que as conchas de Achatinas mortos podiam encher-se d'água e tornar-se um potencial ponto para a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor dessas doenças. Em 2001, esse mosquito também foi encontrado em conchas de Achatina fulica no estado de São Paulo.

Devido ao seu sucesso reprodutivo, ele tornou-se uma terrível praga agrícola, alimentando-se vorazmente de diversos vegetais de consumo humano, e por isso um parecer técnico 003/03 publicado pelo Ibama e pelo Ministério da Agricultura em 2003, que considera ilegal a criação de caracóis africanos no país, determina a erradicação da espécie e prevê a notificação dos produtores sobre a ilegalidade da atividade.[3] Este parecer vem reforçar a Portaria 102/98 do Ibama, de 1998, que regulamenta os criadouros de fauna exótica para fins comerciais com o estabelecimento de modelos de criação e a exigência de registro dos criadouros junto ao Ibama.

 

O combate

Para combater o Achatina fulica, inicialmente é necessário identificar corretamente o caracól africano para que não haja qualquer confusão com as espécies nativas, posteriormente o exemplar deve ser pego com luva ou saco plástico para evitar o contato direto com ele, e deve ser colocado sal ou cloro sobre o mesmo; também pode-se esmagá-lo, e não se deve esquecer de destruir seus ovos no solo com uma vassoura de grama. Quando chove muito numa região infestada, é comum observarmos os caracóis subindo as paredes, sendo, então, uma boa oportunidade para destruí-los. É preciso observar o local que foi infestado por eles por pelo menos três meses para verificação das reinfestações. O combate químico com o uso de pesticidas não é indicado, pois o produto pode contaminar o solo, a água e até o lençol freático, podendo, assim, levar a intoxicação dos animais e do ser humano, além disso, o molusco pode ser resistente a vários pesticidas.[4]

A criação do Achatina fulica no Brasil foi considerada "de risco". Se adaptou muito bem às condições do país criando gerações sem controle em ambiente silvestre. Vários criadores soltaram espécimes na natureza, gerando uma situação de risco biológico por sua prolificidade. Quando criados sob controle, não oferecem riscos à saúde. Têm carne saborosa de paladar requintado mas, se contaminados, podem disseminar processos patológicos graves. Entretanto, se bem cozido, o risco é eliminado - o procedimento é o mesmo para a carne de qualquer outro animal, que pode conter parasitos.

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Caramujo-gigante-africano

 

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Prosa Boa 125 - Dores, cuidado com elas PDF Imprimir E-mail
Qua, 28 de Março de 2012 14:18

prosamansur90Boa tarde amigos e amigas da Prosa Boa!!!

Hoje chamamos a  atenção para algumas dores que nos acometem e nem sempre damos o devido valor, e tomamos os cuidados necessários.

Talvez alguns de vocês se lembram o que aconteceu com Leandro, da dupla Leandro e Leonardo.  Em uma pescaria, normal, momentos de lazer, ele sente uma dor nas costas, estranha. No inicio achou ser muscular, mas voltando a cidade faz os exames, estava com um tipo de cancer raríssimo, e veio a falecer.prosaboaok2

Então, sempre que sinto uma dor diferente fico logo ligado.

Na materia que a Prosa Boa posta hoje, nos da alguns alertas, vamos a ela....

 dores

Dores - Cuidado com elas......................algumas exigem atenção máxima

 

Dores que exigem atenção máxima!


O sintoma doloroso é o primeiro sinal de que algo não está bem com o corpo. Portanto, não despreze esse aviso importante

Muitas vezes a dor não significa problema sério. Mas, em outras, ela pode estar mostrando que órgãos vitais do corpo estão em perigo. Como é melhor prevenir do que esperar a situação se agravar, a solução é consultar um médico sempre que a dor surgir inesperadamente e for persistente. Além disso, lembre-se de que nem sempre a região doente manifesta dores locais. Acredite: uma dor na perna, por exemplo, pode ser sinal de que você enfrentará problemas no coração. A seguir, conheça algumas dores que não podem ser desprezadas.

1. No pescoço

Em geral, a causa é um simples torcicolo. Mas se os quadro for recorrente e, após a dor ir embora, você sentir o pescoço duro ou tiver os movimentos comprometidos, a dor pode estar associada a hérnias cervicais. Elas ocorrem quando um amortecedor (disco) situado entre as vértebras da coluna inflama e comprime nervos vizinhos. O tratamento se faz com antiinflamatórios e fisioterapia. A cirurgia é uma opção quando os demais tratamentos falharem.

2. Nas mamas

A forma mais eficaz de prevenir o câncer de mama é ir regularmente ao ginecologista, sem esperar o surgimento de caroços no auto-exame. De qualquer forma, dor e caroços nas mamas e nas axilas são sinais de perigo e merecem uma consulta ao especialista o mais rápido possível. Outras pistas na região que você não pode desprezar são deformações ou alterações no formato das mamas, pregas na pele, feridas ao redor dos mamilos e secreções.

3. Ao urinar

Geralmente está associada a inflamação na uretra e bexiga. O problema ocorre porque as bactérias da vagina ou do ânus se proliferam e contaminam o canal urinário. A inflamação também pode acontecer depois do ato sexual violento. Uma fissura na região se torna terreno propício para os microorganismos se proliferarem. É importante combater o mal rapidamente com antibióticos, pois a tendênciaé que o problema se alastre para outros órgãos, como rins e até mesmo ovários e útero. Exames de urina rotineiros são importantes durante as visitas ao ginecologista. Ainda mais se a mulher estiver grávida. A infecção urinária está associada a 60% dos partos prematuros, pois as bactérias podem causar estragos na bolsa amniótica.

4. No peito - continua...

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