(O surto começou em novembro/2006, Foi como o mosquito fizesse um rodizio, primeiro a rua Belo Horizonte, passou pela rua Ouro Preto, (onde eu fui um dos 5 contemplados), foi até o inicio do bairro Santos Dumont, e agora volta ao Santo Antonio. O fumaçê já passou diversas vezes, e a cada vez o mosquito fica mais como diz o nortista "saliente". Portanto, não deixem de tomar os devidos cuidados e usar a receita abaixo. Divulgar com os vizinhos também é importante, porque você cuida ele não, o mosquito de lá, vem almoçar na sua casa. Um abraço a todos!)
Mansur
VERÃO E DENGUE ANDAM JUNTOS....
Café, a nova arma
contra o mosquito da dengue.
Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto
de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto),
durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado,descobriu
que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento
dos ovos do Aedes aegypti.
O processo é extremamente simples:o mosquito pode ser combatido colocando-se
borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no
prato dos xaxins,dentro das folhas das bromélias, etc.
A borra de café, que é produzida todos os dias em praticamente
todas as casas tem custo zero.
O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, inclusive
sendo jogada sobre o solo do jardim e quintal.
Os especialistas em saúde pública, entre eles médicos
sanitaristas, estão saudando a descoberta de Alessandra, uma vez
que, além da ameaça da Dengue 3, possível de acontecer
devido às fortes enxurradas de final de ano, surge
outra ameaça, proveniente do exterior: a da Dengue tipo 4.
Conforme explica a bióloga, 500 microgramas de cafeína da
borra de café por mililitro de água bloqueia o desenvolvimento
da larva no segundo de seus quatro estágios e reduz o tempo de vida
dos mosquitos adultos. Em seu estudo ela demonstrou
que a cafeína da borra de café altera as enzimas esterases,
responsáveis por processos fisiológicos
fundamentais como o metabolismo hormonal e da reprodução,
podendo ser essa a causa dos efeitos verificados sobre a larva e o inseto
adulto.
A solução com cafeína pode ser feita com duas colheres
de sopa de borra de café para cada meio copo de água, o que
facilita o uso pela população de baixa renda e pode ser aplicada
em pratos que ficam sob vasos com plantas,
dentro de bromélias e sobre a terra dos vasos, jardins e hortas.
O mosquito se desenvolve até mesmo na película fina de água
que às vezes se forma sobre a terra endurecida dos jardins e hortas,
também na água dos ralos e de outros recipientes com água
parada (pneus, garrafas, latas, caixas dágua etc.).
"A borra não precisa ser diluída em água para
ser usada", diz a bióloga.
Pode ser colocada diretamente nos recipientes, já que a água
que escorre depois de regar as plantas vai diluí-la. Ou seja: ela
recomenda que a borra de café passe a ser usada, também, como
um adubo ecologicamente correto.
Atualmente, o método mais usado no combate ao Aedes aegypti é
o da aspersão dos inseticidas organofosforados, altamente tóxicos
para homens, animais e plantas.
Cortesia do meu amigo Frederico
do SESI. Valeu!

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